Ainda que seja caro e tenha um número limitado de aplicações, o lançamento do Surface traz à tona uma velha discussão sobre a evolução das interfaces computacionais.
Sem teclado ou mouse, a lógica agora é do touchscreen (não custa lembrar que o IPhone também funciona assim. Na mesa de 30 polegadas da Microsoft, fica clara ainda tendência de integração dos dispositivos aos espaços da casa (ou da cidade), rompendo os limites entre os objetivos físicos e virtuais. Alguém mais já está com saudade de segurar uma foto?.
Por ora, basta o vídeo:
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